Atleta do mês Novembro/2020: Valdemar Soares da Costa Filho

Atleta: Valdemar Soares da Costa Filho

Esporte: Atleta: Corrida de rua

Idade: 61

Entrevista:

Neste mês de novembro, compartilhamos um pouco da trajetória de Valdemar. Atleta que se destaca nas provas em que participa, através da sua garra e vontade de sempre enfrentar mais desafios.

Prática de atividades físicas...

Sempre gostei de praticar. Desde o período da minha infância fazia atividade física, como jogar futebol e outras modalidades. Hoje, o meu hobby é a corrida, tanto para lazer como para competição. A prática da atividade física, além de liberar pelo nosso cérebro o hormônio da endorfina, causando a sensação de bem estar, também estimula o aparelho circulatório e amplia nossa capacidade pulmonar.

Quando tudo começou...

Quando tudo começou... Iniciei a minha prática esportiva, muito antes de servir ao Exército Brasileiro, em 1979. Tendo participado das Olímpiadas no próprio Quartel, onde ganhei minha primeira medalha no atletismo. Estou em atividade até hoje, onde no meu vasto currículo, já corri onze Maratonas e participei de sete vezes da Corrida de São Silvestre.

Treinos durante a pandemia...

Treinos durante a pandemia... Durante o período da pandemia, precisei adaptar e modificar meus treinos, correndo duas vezes na semana, no período noturno e realizando treinos de longa distância nos finais de semana.

Cuidados com a alimentação...

Considero fundamental o cuidado com a alimentação. Durante esse tempo, fiz várias mudanças na minha alimentação, visando uma melhoria na minha performance e digo com toda a certeza, que o atleta que tem uma dieta balanceada e direcionada, consegue obter excelentes resultados.

Títulos...

Dos vários títulos que conquistei na minha trajetória de atleta de corrida rústica, recebi o título de maior corredor de longa distância na cidade de Picos/PI, o desafio de 72 horas e duas vezes o desafio de 75 km, com um percurso da Praia da Redinha até o Chapadão de Pipa.

Mensagem do atleta...

Diante de novo momento, onde as pessoas estão se retraindo em suas casas, ficando mais sedentárias e baixando suas defesas físicas, conclamo a todos, que já fazem corrida de rua, e também para os que ainda não fazem, para não se entregarem ao desânimo, devemos sim, tomar as rédeas do nosso destino e praticar atividades físicas, principalmente a corrida de rua, onde só basta um tênis e a nossa vontade. O que sinto emocionalmente na corrida é que todos que cruzam a linha de chegada são vencedores.

“A corrida não é sempre para o mais rápido. Mas para aquele que continua correndo”.